quarta-feira, 11 de junho de 2008 ~ Movimento
É tudo que podemos usar, o movimento. Todo substantivo tem seus adjetivos. Movimento da pronúncia, movimento da ação, movimento da alegria, movimento da vida. O meu, nesta minha época, seria movimento da inércia.
Podemos ser tudo, sou quase nada. Que fazer? A falta me cega, a de vontade. Posso me entreter no meio de risos e olhos bonitos.. mas não vejo o brilho. Roubaram ele de mim, não o encontro em nenhum olhar. A não ser no olhar do amor, do meu amor. Pode ser fase, e ela me fecha. Renego todas as tentativas de correr, mais ainda as de ficar imóvel. Vou seguindo e não quero parar pra entender. No entanto, o que há de tão genial num ponto final? Procuro meus desejos numa gruta de horrores. Só o que acho são meus sonhos. Eu os desenhei em papéis pequenininhos para nunca os perder. Estão guardados na minha caixa de costura, os guardo lá pois sei que se algo rasgar, lá estarão eles, minhas ferramentas, para as remendar. Tudo porque, podem não me deixar flutuar, porém, ninguém vai me impedir de um conto de fadas inventar.



<$I18NNumComments$>:

<$CommentPager$>
<$I18NCommentAuthorSaid$>

<$BlogCommentBody$>

<$BlogCommentDateTime$> <$BlogCommentDeleteIcon$>
<$CommentPager$>

<$BlogItemCreate$>

<$BlogItemFeedLinks$>

Links para esta postagem:

<$BlogBacklinkControl$> <$BlogBacklinkTitle$> <$BlogBacklinkDeleteIcon$>
<$BlogBacklinkSnippet$>
postado por <$BlogBacklinkAuthor$> @ <$BlogBacklinkDateTime$>

<$BlogItemBacklinkCreate$>

<< Página inicial